quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Ana Cristina Cesar e a fotografia

"Como rasurar a paisagem

a fotografia
é um tempo morto
fictício retorno à simetria

secreto desejo de poema
censura impossível
do poeta"


CESAR, Ana Cristina. Inéditos e Dispersos.  Editora Ática: São Paulo, 1998.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Nan quase não vem




Nan Goldin quase foi censurada pela Oi futuro - entidade cultural da empresa Oi - até então responsável pela mostra da fotógrafa. Há um tempo Nan clica o underground e a cultura queer da noite de Nova York. Suas imagens retratam a noite de forma explicita  com forte tom sexual por vezes,contudo sempre provocativa . Nan ao saber da noticia se dispôs a lutar contra a censura ao seu trabalho. Felizmente a mostra foi transferida  para o MAM, que  promete manter o mesmo formato projetado pela curadora. 



Post de Cássio Pinheiro

sábado, 19 de novembro de 2011

Young Gallery

É um espaço voltado para a exposição de imagens fotográficas de diferentes temáticas, apresentando o trabalho de diversos fotógrafos contemporâneos.

"Julio Bocca, Balé Argentino, Nova York 2000"





Fotografia de Patrick Demarchelier



Post de Chanaísa Melo

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Lightgraffi

“O que significa lightgrafi? É uma palavra formada pela contracção de “light” (luz) e “graff”, abreviatuara de graffiti, ou seja, graffiti feito feito luz. Trata-se de uma disciplina artística recente que combina e unifica a técnica da escrita caligráfica e da fotografia em actos únicos e irrepetíveis. Olightgrafi é efémero e é isso que lhe confere beleza” (texto de Benjamin Júnior)

Confira a reportagem completa em: 

domingo, 6 de novembro de 2011

Luz, Vida, Movimento...


O híbrido entre a luz e o movimento pode enunciar a vida. Uma latência entre vida e arte, um estado da arte que precisa ser provocado, promovido, acionado!
O primeiro plano, o segundo plano, as sombras e a bermuda vermelha indicam não só a presença da criança, mas o potencial criador.



Essa é a força de potência que nos movimenta e nos possibilita a descoberta do ato de criar. Não só de criar imagens, mas de criar sonhos que possam nos ser mais densos e profundos e que possam nos fazer adentrar e entrelaçarmo-nos com tais imagens.





Quem olha vive e pode produzir novas leituras, novas imagens, novas diferenças; mas quem produz e olha o que produz, pode mergulhar em suas próprias diferenças, em suas transmutações...




 
A infância está na luz, nesses movimentos, na vida, está em nós! Precisamos acessá-las e quanto tão mais intenso vai sendo esse acesso, tão maravilhosa e solidária pode ir sendo a vida!



 
 
 
1 - Este trabalho é resultado da oficina de fotografia “Desenhando com a luz”, desenvolvida em 2010 durante o evento de comemoração do aniversário da Escola Municipal de Ensino Fundamental Cidade do Rio Grande - CAIC/FURG. Agradeço o convite da Profa. Belissa Saadi Vieira para realização da atividade; agradeço às bolsistas que colaboraram durante a oficina; e principalmente aos estudantes que se envolveram na produção de novos olhares.
 
2 - Texto e imagens de Cláudio Azevedo (claudiohifi@yahoo.com.br)